Juiz de Fora - Mg

 
Atrativos Turísticos
 
Cine Theatro Central
 
Em 1928, quando a cidade já era um pólo industrial e politicamente influente, começa a ser construído o Cine-Theatro Central, pela iniciativa dos grandes cafeicultores locais, com o objetivo de ser uma casa de espetáculos à altura do município. Aqui tem início a origem do maior símbolo histórico, cultural e artístico de Juiz de Fora.
O arquiteto Rafael Arcuri assinou a planta arquitetônica do novo teatro e a decoração interna recebeu o toque do pintor italiano Ângelo Biggi. O teatro demorou um ano e quatro meses para ficar pronto, sendo entregue aos juizforanos em 30 de março de 1929. Sua capacidade é para 2000 pessoas, contando com acústica excelente, sendo considerado um dos 10 teatros mais bonitos do Brasil.
Em 1994 é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. No mesmo ano, o Cine-Theatro Central passou a ser gerenciado pela UFJF e pela Prefeitura Municipal de Juiz de Fora, contando com recursos do Ministério da Educação, que promoveram a restauração do templo cultural da cidade em 1995. Atualmente, sua administração está sob a inteira responsabilidade da UFJF.
 
O Cine-Theatro Central está localizado na praça João Pessoa, s/n, no Calçadão da Rua Halfeld - Centro.
Telefone: (32) 3215-1400
Horários de visitação: de segunda a sexta das 09:00 às 12:00 e das 14:00 às 17:00 e aos sábados das 09:00 às 12:00.
 
Museu do Crédito Real
 
Construído em 1931, pela Cia Industrial e construtora Pantaleone Arcuri, sua arquitetura é em estilo eclético com tendência Art Deco.
Atualmente no 2º andar funciona o Museu do Crédito Real o qual abriga sua história e peças da época como notas e moedas. No terceiro andar encontra-se o instituto Teuto-Brasileiro William Dilly que abriga a história e cultura alemã.
O Banco de Crédito Real de Minas Gerais foi inaugurado em 1888, em plena abolição da escravatura, com o objetivo de proporcionar à lavoura o meio fácil de realizar empréstimos sobre hipoteca e penhor agrícola aos fazendeiros. 
 
Está localizado na Rua Getúlio Vargas, 455 – Centro.
Telefone: (32) 3211-0770
Horário de visitação: de segunda a sexta das 9h às 17h.
 
Museu Ferroviário
 
O Museu Ferroviário é uma grande conquista para a memória da cidade. Seu acervo, exposto de forma dinâmica e moderna, é um recurso pedagógico para as escolas e uma atração turística em ponto privilegiado – o conjunto arquitetônico da Praça da Estação. Entretanto, cabe à nova gestão da Funalfa dinamizar ainda mais o espaço, sinalizando sua entrada na Avenida Brasil e na Praça da Estação de forma a tornar o local visível e abrindo a visitação aos sábados e domingos. Atualmente o espaço fica aberto somente de segunda a sexta-feira.
 
Localizado na Av. Brasil, 2001 – Centro.
Telefone: (32) 3690-7055
Horários de visitação: de segunda a sexta das 09:00 às 17:00
 
Casa de Cultura da UFJF
 
A Casa de Cultura é espaço acadêmico da UFJF, vinculado administrativamente à Faculdade de Serviço Social, aberto à comunidade e vocacionado para o desenvolvimento de atividades de extensão sobre Gerações, Trabalho e Cultura e Território e a Cidade.
O espaço tem galerias de exposição, terminais de computadores com acesso gratuito à internet, filmoteca e salas de vídeo – com acervo de coleções pessoais e do projeto “Luzes da Cidade”, projeção - com aproximadamente 30 lugares, e leitura - equipada com televisão e terminais de áudio. Haverá, ainda, um anfiteatro, uma praça e uma cafeteria, localizados no centro da Casa e responsáveis pela área de vivência.
 
Está localizada na Av. Rio Branco, nº 3372
Telefone: (32) 3229-3969
Horário de visitação: de segunda a sexta-feira, das 10h às 21h.
 
Aeroporto da Serrinha
 
Inaugurado em 1958, este não é o 1º aeroporto de JF, antes dele já era utilizada uma pista de terra batida no bairro Nova Era, onde hoje está localizado o colégio militar, denominada aeródromo por não possuir a infra-estrutura de um aeroporto.
Desde junho de 1996 é administrado pela Infraero, mediante convênio assinado com a Prefeitura Municipal de Juiz de Fora. Atualmente realiza vôos comerciais diários para o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, pela Cia. Aérea Pantanal.
O Aeroclube de Juiz de Fora oferece várias opções de lazer: como vôos panorâmicos sobre a cidade e para Ibitipoca, atividades aero-esportivas como planadores, acrobacias e shows dos pára-quedistas do Clube Asas de Ouro.
 
Localizado no final da Av. Guadalajara, Bairro Aeroporto.
Telefone: (32) 3233-1089
 
Estádio Municipal Radialista Mário Helênio
 
Durante as obras de construção do estádio a Prefeitura ofereceu ônibus gratuito para que os torcedores pudessem ver sua construção. Estima-se que um público de 60.000 torcedores tenha participado da festa de inauguração. Seu nome é uma homenagem ao radialista Mário Helênio que batalhou muito pela sua construção. 
O Estádio Municipal é palco de jogos dos campeonatos estadual e nacional.
 
Localizado no Bairro Dom. Orione.
Telefone: (32) 3690- 7382
 
Centro Cultural Bernardo Mascarenhas
 
O prédio abrigou a antiga Cia Têxtil Bernardo Mascarenhas, instalada em 1888 por este ilustre cidadão que nasceu em Diamantina. Possui estilo arquitetônico inglês imitando a arquitetura das fábricas deste país.
Para a introdução de motores elétricos, Bernardo Mascarenhas construiu a Usina de Marmelos, primeira da América do Sul. As atividades da fábrica foram encerradas em janeiro de 1984.
Atualmente o local abriga o Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, a Biblioteca Municipal Murilo Mendes, o Mercado Municipal, o centro de Formação do Professor e a Praça Antônio Carlos.
 
Localizado na Av. Gatúlio Vargas, 200.
Telefones: (32) 3690-7051 e (32) 3690-7052
Horário de visitação: de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 21h e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h.
 
Mirante São Bernardo
 
Bernardo Mascarenhas adquiriu 16 alqueires da família Daibert, na região do atual bairro São Bernardo, construiu casas populares para os funcionários de sua fábrica e de lá puxou uma tubulação de água para abastecer a sua fábrica, graças a uma queda d´água que ali existia. Como ele era devoto de São Bernardo, construiu um oratório e colocou uma imagem do santo para que dali ele pudesse abençoar sua indústria, além de uma mini rádio no alto do bairro, onde hoje está a capela.
 
Localizado na margem esquerda do Rio Paraibuna, no Bairro São Bernardo.
 
Mirante da BR 040
 
A BR 040 é a mais importante rodovia de acesso à Juiz de Fora. Chamada a princípio de BR-3, a estrada liga o município a importantes centros urbanos, como Rio de Janeiro e Belo Horizonte. A região da BR 040 próxima a Juiz de Fora é uma das mais privilegiadas pela natureza. Por isto, transformou-se em ponto turístico, principalmente no local conhecido com Mirante da BR, onde se pode conferir as belas montanhas de Minas que cercam Juiz de Fora.
 
Localizado no Km 794 da BR 040.
 
Parque Halfeld
 
Oásis verde em pleno centro da cidade, o Parque Halfeld, construído no século XIX era o principal local de expressão cultural. No seu entorno encontram-se o Fórum Benjamin Colluci, a Igreja Metodista, a Igreja São Sebastião, os prédios da Câmara Municipal e das "Repartições Municipais", um conjunto arquitetônico de fundamental importância na formação do núcleo histórico local.
 
Localizado na Av. Rio Branco entre as ruas Halfeld e Marechal Deodoro – Centro.
 
Praça da República - Marco do Centenário
 
Localizado na Praça da República, o Marco do Centenário, comemorativo dos 100 anos de Juiz de Fora tinha a intenção de ser um cartão postal para a cidade.
Inaugurado em 1951, nele se encontra um painel de Di Cavalcanti, o qual constitui-se no primeiro mural modernista em mosaico instalado em praça pública no Brasil. Apresenta a imagem de três homens puxando uma haste em forma de espiral simbolizando trabalho e revolução. 
O marco constitui-se, também, em um bem tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e artístico Nacional - IPHAN.
 
Localizado no Bairro Poço Rico.
 
Parque da Lajinha
 
No local onde atualmente funciona o Parque da Lajinha, se localizava a Fazenda da Lajinha, pertencente à família dos Lajes.
O Parque possui uma área de aproximadamente 43 hectares, que abriga cachoeiras, trilhas, jardins, gramados e lagos, chamando atenção para o turismo ecológico na cidade. O espaço conta ainda com coreto, bondes, quiosques, campo de futebol e uma floresta remanescente de Mata Atlântica.
Foi criado em 2003 o CEDAM: Centro de Educação Ambiental cujo principal objetivo é a educação e preservação ambiental, além de pesquisas de animais em extinção.
 
Localizado na Av. Paulo Japiassu Coelho, no trevo do cruzamento para o Aeroporto e a BR-040.
Horário de visitação: diariamente das 08:00 às 17:00.
 
Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF
 
A Universidade Federal de Juiz de Fora, criada em 1960 pelo então Presidente Juscelino Kubitschek, é pólo acadêmico e cultural de uma região de 2,5 milhões de habitantes no Sudeste do Estado de Minas Gerais. Sua criação contribuiu para reunir os cursos que já existiam, mas ficavam espalhados em alguns prédios da cidade. Atualmente é a 3ª melhor Universidade Federal do país.
 
O campus da Universidade Federal de Juiz de Fora se localiza no bairro Cidade Universitária.
Telefone: (32) 3229-3800
 
Morro do Imperador
 
Inicialmente era chamado de Morro da Liberdade e é mais popularmente conhecido como Morro do Cristo. Está a 930 m de altitude, é um dos pontos mais altos da cidade sendo uma das mais belas vistas panorâmicas. O nome Morro do Imperador originou-se em 1861, ocasião em que D. Pedro II subiu as encostas para apreciar o céu e a vista da cidade.
Nas comemorações da passagem do século, em 1906, foi construída uma capela e um monumento em homenagem ao Cristo Redentor, símbolo da vitória contra uma epidemia que assolou o município.
No Morro do Imperador existiu também uma torre helicoidal, 1ª do tipo na América do Sul que serviu durante 15 anos à TV Industrial. 
Hoje em dia, o Morro do Imperador é utilizado por pessoas que gostam de praticar esportes em contato com a natureza. O montanhismo e a caminhada pelas trilhas são praticados freqüentemente.
 
Localizado na Rua Dr. João Pinheiro, em direção ao Bairro São Pedro.
 
Museu Mariano Procópio
 
Em 1861, Mariano Procópio construiu uma Villa para receber a família imperial de D. Pedro II. No século XX, o espaço da casa foi transformado por Alfredo Ferreira Laje, filho de Mariano Procópio, em museu particular. Além disso, ele construiu uma nova casa em anexo, para abrigar suas coleções. Nascia assim, o primeiro museu de Minas Gerais, que abriga um dos acervos mais significativos do país com cerca de 50.807 peças em seu arquivo. É também o segundo mais importante acervo do Brasil Império.
O museu foi doado à cidade em 1936 por Alfredo Ferreira Lage e torna-se Patrimônio Histórico em 1939. Hoje o Museu se tornou fundação, possuindo recursos próprios para sua conservação.
É importante mencionar que o Museu está atualmente em reforma, com o parque interditado. Parte do museu também será fechada ainda este ano, mas ele continuará recebendo o público.
 
Localizado na Rua Mariano Procópio, s/n. Bairro Mariano Procópio
Telefone: (32) 3211-1145
Horário de visitação:de terça a domingo de 12:00 às 17:00
 
Painéis as “Quatro Estações” e “Cavalos”
 
Os painéis as “Quatro Estações” e “Cavalos”, na fachada do edifício modernista do Clube Juiz de Fora, são obras do renomado Cândido Portinari. Os Painéis foram adquiridos em 1956. Existem 14 painéis de Portinari espalhados por todo o país em local público e Juiz de Fora é a única cidade a possuir dois deles.
 
Localizados no Edifício Clube Juiz de Fora, na rua Halfeld – Centro.
 
Centro Cultural Pró-Música
 
O Teatro e a galeria de arte foram inaugurados em 1974. Seu principal projeto, o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga tem 18 anos de existência e foi tombado pelo IPHAN.
O centro cultural pró-música de JF foi criado em 1971 e desde sua fundação procura divulgar e ensinar as mais diversas artes como música, pintura, teatro e dança. A entidade sem fins lucrativos, conta com a colaboração de empresas, órgãos públicos e sócios.
 
Localizado na Av. Rio Branco, 2329.
 
Grupos Centrais - Palacete Santa Mafalda
 
Construído no final da década de 1850, pelo comendador Manoel do Valle Amado, o imponente edifício ergue-se, possuindo elementos do classicismo difundidos no Brasil na época.
O imóvel foi construído para ser doado ao Imperador Dom Pedro II, que condicionou o aceite ao uso escolar ou assistencial. Magoado o Comendador ordenou que jamais fosse habitado. Após sua morte, a casa foi doada, em 1904, a Santa Casa de misericórdia e, adquirido pelo Estado, em 1907 foi ocupado pelo primeiro grupo Escolar de MG.
O edifício dos grupos centrais, conhecido popularmente como colégio central foi tombado e integra o patrimônio municipal desde janeiro de 1983.
 
Localizado na Av. Rio Branco 2437, esquina com a Rua Braz Bernardino.
 
Catedral Metropolitana
 
Foi a terceira capela a ser construída na cidade, teve a construção concluída em 1847. Era ampla, mas sem torres e encenada apenas por uma cruz de ferro. Quando o arraial foi elevado à categoria de Vila, em 31 de maio de 1950, com o nome de santo Antônio do Paraibuna, a capela passou à condição de matriz. É um bem tombado desde 2001.
 
Localizada na Rua Santo Antônio, 1201 – Centro.
Telefone: (32) 3215-8141
 
Fórum da Cultura
 
Foi construído na década de 20 pelo doutor Clóvis Mascarenhas (diretor da Cia de fiação e tecelagem Bernardo Mascarenhas).
A Faculdade de Direito adquiriu o imóvel em 1953 onde funcionou até 1972, quando a UFJF ali instalou o Fórum da Cultura. Desde então a vila perdeu suas funções residenciais e vem servindo a propósitos educacionais.
Possui estilo neoclássico e também eclético. O casarão tem franca inspiração nas villas italianas e se liberta dos limites do lote no estilo “bairro-jardim”.
Hoje, o casarão abriga: centro de estudos Teatrais (CET/Grupo divulgação), Museu de cultura popular, Galeria de Arte e Coral universitário. O museu está no casarão desde 1973, e tem mais de 2500 peças, entre coleções de artistas populares, imagens religiosas, cerâmicas portuguesas e brinquedos, etc.
 
Localizado na Rua Santo Antônio, 1112 – Centro
Telefones: (32) 3215-3850 / 3217-1035
Horários de visitação: de terça a sexta das 14:00 às 20:30
 
Academia de Comércio
 
Estilo eclético e Art Decó. A Academia de Comércio fundada por Francisco Baptista de Oliveira em 30 de março de 1891, foi inaugurada em 24 de julho de 1894, quando uma parte do edifício já estava construída.
O objetivo da Academia de Comércio, como se depreende de seu nome era o ensino comercial, cujos cursos seriam de acordo com o programa da escola de Altos Estudos Comerciais de Paris.
 
Localizada na Rua Halfeld, 1179 – Centro.
Telefone: (32) 3249-7700
 
Câmara e Prefeitura
 
O Poder Legislativo em Juiz de Fora foi instaurado no dia sete de abril de 1853, três anos depois da emancipação da cidade, a então Vila de Santo Antônio do Paraibuna. Assim, é inaugurado a 20 de março, o Palácio Barbosa Lima, pelo Imperador Dom Pedro II. 
No local onde foi erguida a Prefeitura, moravam o comendador Henrique Guilherme Fernando Halfeld, considerado o fundador da cidade, e sua mulher, Cândida Carlota.
As obras de construção do prédio "Repartições Municipais" começaram em 1916, ficando sob a responsabilidade da empresa Pantaleone Arcuri e Spinelli, que abusou do estilo eclético neoclássico, compondo o cenário do Parque Halfeld. Dois anos depois, era inaugurado o imóvel mais imponente do coração da cidade. Tombado pelo patrimônio público em 1983, o espaço é considerado como o marco da passagem da vila para município.
 
Localizadas no Parque Halfeld – Centro.
 
MAM
 
O Museu de Arte Moderna Murilo Mendes foi inaugurado em 20 de dezembro de 2005, após obra relâmpago que redimensionou os ambientes para atender às necessidades museológicas. O piso e a iluminação foram planejados para não prejudicar as obras de arte, protegidas também por desumidificadores e controladores de ar e temperetura.
O espaço conta, ainda, com sala de pesquisa, laboratórios de conservação e restauração de obras de arte, papel e reserva técnica, além de duas galerias destindas a exposições e quatro bibliotecas: Murilo Mendes, Poliedro, Guima e Arthur Arcuri.
O destaque do museu é o acervo Murilo Mendes, considerado o maior conjunto de obras modernas ingressado no Brasil na segunda metade do séc. XX, incluindo peças de Picasso, Portinari, Miró, Alberto Magnelli e Ismael Nery.
 
Localizado na Rua Benjamin Constant, 790 – Centro.
Telefone: (32) 3229-9070
Horários de visitação: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h.
 
Praça da Estação / Praça Dr. João Penido
 
O conjunto da praça da estação é um dos principais cartões postais de Juiz de Fora. Inaugurado em 1877, o prédio da Estação Central foi construído para servir à Estrada de Ferro D. Pedro II, mas foi somente em 1902 que adquiriu o formato atual. No segundo pavimento do prédio, destaca-se o Relógio da Estação, um marco da cidade. 
A Praça é, tradicionalmente, palco de grandes comícios e de concentração popular. Dessa forma, é considerada um dos setores expressivos da cidade, tanto pelas suas edificações, como pelo próprio ambiente, que remonta ao período de implantação das ferrovias, que determinaram uma ocupação típica em torno da praça e nas ruas vizinhas. Por seu valor histórico, urbanístico e arquitetônico, o conjunto integra o patrimônio municipal.
 
Associação Comercial
 
No conjunto arquitetônico da Praça Dr. João Penido (ou Praça da Estação), o imóvel pertence a uma fase mais rebuscada do ecletismo, que pregava maior liberdade na utilização de linguagens e estilos, onde a ornamentação fantasiosa é a expressão mais forte. Nota-se grande influência do estilo neoclássico. Apesar de já ter havido algumas modificações no modo de implantação das construções no lote, o edifício segue o alinhamento da via pública e aproveita toda a testada do terreno. Seguindo a linguagem utilizada em toda a praça e que mais tarde se tornaria uma das principais características arquitetônicas desse contexto, a divisão vertical em segmentos dá um destaque especial ao segmento central, como é comum ao ecletismo.
 
Localizada na Praça Dr. João Penido, 48/52 – Centro.
Telefone: (32) 3215-2123
 
Santa Casa de Misericórdia
 
A Santa Casa de Misericórdia é fundada em 6 de agosto de 1854 pelo Barão da Bertioga, José Antônio da Silva Pinto, e por sua esposa, a Baronesa Maria José Miquelina da Silva.
As obras do segundo prédio da Santa Casa foram concluídas em 2 de junho de 1898, sob a coordenação de Braz Bernardino. A administração interna foi entregue às três irmãs da congregação de Santa Catarina, e a superintendência do hospital, à Irmã Beata.
A Santa Casa é declarada Utilidade Pública pelo presidente da República Juscelino Kubitscheck em 1960. Em 24 de abril de 1968 o hospital encontra-se totalmente pronto e em total funcionamento.
Em 1998, a Santa Casa consolida-se como o maior complexo hospitalar da cidade e região. Hoje, a Santa Casa de Misericórdia é uma entidade sólida, estruturada e em constante expansão.
O hospital também conta com o Museu da Saúde, que passou a funcionar todas as quintas-feiras desde 2006.
 
Localizada na Av. Barão do Rio Branco, 3353.
Telefone: (32) 3229-2222
 
Fonte: Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Econômico
Subsecretaria de Desenvolvimento Econômico
Núcleo Turismo