Ouro Preto - Mg

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Parque Estadual do Itacolomi
 
O Parque do Itacolomi está situado em área de grande beleza natural. A paisagem é marcada por inúmeras formações rochosas, entre elas o Pico do Itacolomi, nascentes de rios e vegetação de florestas. Abriga diversas espécies animais, algumas delas ameaçadas de extinção. Área 7.542 hectares - Altitude média 1.500 metros.
Localização: Serra do Itacolomi, ao sul da Serra do Espinhaço
Administração: Instituto Estadual de Florestas - IEF
Telefone: (31) 3330-7013
Fax: (31) 3330-7014
Informações: Rua Xavier da Veiga, 309 Centro - (31) 3551-1544, ramal 236
 
Parque Municipal da Cachoeira das Andorinhas
 
O Parque possui cachoeiras, piscinas naturais e área de 'camping'. A cachoeira que dá nome ao parque está no interior de uma formação rochosa semelhante a uma gruta e é assim chamada por abrigar grande quantidade de andorinhões-de-coleira no verão. Área 314 hectares - Altitude média 1.300 metros.
Localização: Área de Proteção Ambiental da Cachoeira das Andorinhas
Administração: Diretoria de Meio Ambiente - Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Social / PMOP Rua Mecânico José Português, s/nº - São Cristóvão
Telefone: (31) 3551-1544, ramal 212 e 279
 
Estação Ecológica do Tripuí
 
A estação foi criada para preservar o Peripatus acacioi, raro animal invertebrado, considerado um fóssil vivo. Abriga outras espécies ameaçadas de extinção, entre elas, a lontra , o macaco sauá e o pavó (pavãozinho do mato). Área 392 hectares - Altitude média 1.100 metros.
Localização: Vale do Córrego Tripuí
Administração: Fundação Estadual do Meio Ambiente - FEAM
Telefone: (31) 3334-3775 
Fax: (31) 3344-1863
Informações: Caixa Postal 116 - Ouro Preto, MG
 
 
Estrada Real
 
Vestígios da antiga estrada que ligava Minas ao Rio de Janeiro ainda podem ser encontrados pelos arredores de Ouro Preto. Pontes, cascatas e vegetação bastante preservada formam bela paisagem e propiciam um agradável passeio com banhos de cachoeira.
Localização: Estrada Ouro Preto-Ouro Branco
 
 
Cachoeira do Castelinho
 
Próxima ao povoado da Chapada, a Cachoeira do Castelinho exibe paisagem singular, com a bela Serra de Lavras Novas ao fundo. A água cai de uma altura de aproximadamente 10 metros sobre um paredão de pedras, formando grande poço para banho.
Localização: Chapada
 
 
Cachoeira do Falcão
 
Situada na estrada para o distrito de Santa Rita de Ouro Preto, é das mais procuradas da região. A água cai de uma altura de aproximadamente 6 metros, formando um lago com uma agradável praia. Mais abaixo, há outros poços menores.
Localização: Estrada Ouro Preto-Santa Rita de Ouro Preto
Cachoeira dos Três Moinhos
Também na estrada para o distrito de Santa Rita, três quedas d'água se formam sucessivamente, dando nome à pequena Cachoeira dos Três Moinhos. Atraente pela facilidade de acesso e curta distância de Ouro Preto.
Localização: Estrada Ouro Preto-Santa Rita de Ouro Preto
 
 
Morro da Queimada
 
Ruínas, bocas de minas e moinhos do antigo Arraial do Ouro Podre formam interessante conjunto, valorizado pela paisagem natural. As ruínas permitem visualizar a formação dos primeiros núcleos mineradores, que deram origem a Vila Rica.
Localização: Morro da Queimada, arredores de Ouro Preto
 
 
Jardim Botânico
Ainda restam ruínas do antigo Jardim Botânico de Vila Rica, que formam curiosa paisagem à entrada da cidade. Criado por determinação real em 1798, tinha por objetivo cultivar espécies vegetais nativas e exóticas, como a amoreira, para criação de bicho-da-seda, e o chá-da-índia.
Localização: Passa Dez, entrada de Ouro Preto
 
 
Mina do Chico Rei
Mina de ouro do século XVIII. Escavada artesanalmente, possui 80 km2 de bifurcações distribuídas em cinco andares. Uma galeria de 1.500 metros, iluminada em toda sua extensão, leva ao Salão dos Cristais. Segundo a lenda, foi doada a Chico Rei e sua tribo pelo português Henrique Lopes de Araújo.
Localização: Rua Dom Silvério, 108 - Antônio Dias
Ingresso: US$ 2.00
Visitação: Diariamente, das 8h às 17h
 
 
Mina da Ferraria
Antiga mina de exploração de ouro que serviu também ao abastecimento de água na época colonial. O encanamento original em pedra-sabão está em perfeito estado de conservação. A principal galeria encontra-se iluminada num percurso de 60 metros.
Localização: Rua Salvador Trópia, 181 - Centro
Telefone: (31) 3551-2058
Ingresso: US$ 1.00 
Visitação: Diariamente, das 12h às 18h
 
 
Mina da Passagem
Antiga mina de ouro situada em Passagem de Mariana, a dez quilômetros de Ouro Preto. A galeria principal dá acesso a um salão com bonito lago subterrâneo, a 315 metros de profundidade. Seu maquinário antigo revela o intenso trabalho de mineração realizado a partir de 1819.
Localização: Rua Eugênio E. Rapallo, 192 - Distrito de Passagem de Mariana - Mariana
Telefone: (31) 3557-5000
Ingresso: R$ 15,00 (preços especiais para grupos de escolas e de agências de turismo)
Visitação: Diariamente, das 9h às 17h30m
 
 
Mirante
 
Pequena área com patamar murado, na subida para o Morro São Sebastião, de onde se avista toda a cidade - das Cabeças ao Padre Faria.
 
Palácio dos Governadores - Escola de Minas e Metalurgia
 
Construído para abrigar os governantes de Minas Gerais, do período colonial, a partir de Gomes Freire de Andrade, à República. Com a mudança da capital para Belo Horizonte, em 1898, passou a abrigar a Escola de Minas e à Metalurgia de Ouro Preto.
 
Construção: 1741
Projeto: José Fernandes Pinto Alpoim
Arrematante: Manuel Francisco Lisboa
Utilização: Escola de Minas e Metalurgia de Ouro Preto
Ingresso:R$ 4,00 (meia entrada para estudantes)
Localização:Praça Tiradentes, 20 - Centro (ver no mapa)
 
 
 
 
 
 
Casa de Câmara e Cadeia- Museu da Inconfidência
 
Foi construída para sediar a estrutura administrativa, política e judiciária de Vila Rica. Embora seja conhecida como a primeira edificação em estilo neoclássico de Minas Gerais, guarda características barrocas especialmente em portas e janelas.
 
Construção: 1784 a 1846
Autor do projeto: C. Manuel Ribeiro Guimarães
Utilização: Museu da Inconfidência
Visitação: 3ªf a domingo, das 12h às 17h
Ingresso: R$ 5,00 (meia entrada para estudantes)
Localização: Praça Tiradentes, s/nº - Centro(ver no mapa)
 
 
 
 
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Casa dos Contos
 
 
Construída para ser residência e sede dos negócios de João Rodrigues de Macedo, administrador dos impostos da Capitania de Minas. Seguiu curiosamente os padrões barrocos, embora sua construção seja posterior à da Casa de Câmara e Cadeia.
Construção: Concluída em 1787
Projeto: José Pereira Arouca (atribuição)
Localização: Rua São José, 12 - Centro(ver no mapa)
Utilização: Museu, Centro de Estudos do Ciclo do Ouro e Agência da Receita Federal
Ingresso: R$ 1,00 (descontos para grupos)
Visitação: 3ªf a sábado, das 12h30m às 17h30m; domingo e feriado, 8h30m às 13h30m
 
 
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Casa da Ópera de Vila Rica - Teatro Municipal de Ouro Preto
 
É o mais antigo teatro em funcionamento na América Latina, tendo se destacado entre as casas do gênero em Minas. É Formou sua própria companhia de artistas e produziu espetáculos diversificados, incluindo óperas, oratórias e comédias.
 
Construção:Concluída em 1770
Construtor: José de Souza Lisboa
Localização: Rua Brigadeiro Musqueira, s/n - Centro (ver no mapa)
Capacidade: 400 pessoas
Ingresso: R$ 1,00
Visitação: Diariamente, das 12h30m às 17h30m
 
 
 
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Casa de Tomás Antônio Gonzaga
Nela funcionou a Ouvidoria de Vila Rica. No período de 1782 a 1788 foi residência do poeta e inconfidente Tomás Antônio Gonzaga, que exerceu o cargo de Ouvidor Geral. Hoje é sede da Secretaria de Turismo e Cultura de Ouro Preto.
 
Localização: Rua Cláudio Manoel (ou do Ouvidor), 61 - Centro (ver no mapa)
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Casa de Cláudio Manoel da Costa
A casa do advogado, poeta e inconfidente Cláudio Manoel da Costa passou às mãos do governo português após a Inconfidência Mineira. No Império, serviu de moradia ao Presidente da Província de Minas Gerais, Bernardo Pereira de Vasconcellos. Atualmente é residência particular.
 
Localização:Rua Carlos Thomáz, 6 - Centro (ver no mapa)
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Casa de Freire de Andrade
Residência do Tenente-Coronel Francisco de Paula Freire de Andrade, comandante do Regimento dos Dragões da Cavalaria, ao qual pertenceu Tiradentes. Participante ativo da Inconfidência Mineira, faleceu em degredo na África. Hoje é residência particular.
 
Localização:Rua Conde de Bobadela, 59 - Centro (ver no mapa)
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Casa de Dom Manoel de Portugal e Castro
Sofreu várias alterações ao longo dos anos. Possui interessante inscrição latina nas três sacadas frontais: 'Para eterna memória do benefício imortal, teu nome fica gravado neste metal'. Hoje é propriedade particular.
 
Localização:Praça Tiradentes, 52 - Centro(ver no mapa)
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Casa de Bernardo Pereira de Vasconcelos
Comprada do Conselheiro José Pedro Dias de Carvalho em 1862 para sediar a Casa de Câmara da Província de Minas Gerais. Atualmente é sede da Câmara Municipal de Ouro Preto.
 
Localização:Praça Tiradentes, 41 - Centro(ver no mapa)
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Casa da Baronesa
Residência que pertenceu à família do Barão de Camargos, Manoel Teixeira de Souza, doada à União em 1941. Abriga a 13ª Sub-regional II do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN. 
 
Localização:Praça Tiradentes, s/nº - Centro (ver no mapa)
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Casa dos Inconfidentes
Retirada da cidade, pertenceu à família do inconfidente Álvares Maciel. Era um dos locais onde os inconfidentes se reuniam para traçar os planos da Inconfidência Mineira. Atualmente funciona como casa de hóspedes da Prefeitura de Ouro Preto. 
 
Localização:Rua Engenheiro Correia (final) - Vila Aparecida(ver no mapa)
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Casa de Bernardo Guimarães
Residência do poeta e romancista Bernardo Guimarães, nascido em Ouro Preto em 1825. Entre suas obras, destacam-se os romances 'O Seminarista' e 'A Escrava Isaura' e o poema erótico 'O Elixir do Pajé'. Atualmente abriga a Sociedade São Vicente de Paula. 
 
Localização:Rua Alvarenga, 794 - Cabeças(ver no mapa)
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Estátua de Tiradentes
 
A estátua foi erigida segundo decreto de 1891 da Constituinte Mineira e inaugurada em 21 de abril de 1894. O italiano Virgilio Cestari é o autor do projeto. As peças em granito foram feitas no Rio de Janeiro e os ornamentos em bronze, na Argentina. 
 
Localização:Praça Tiradentes - Centro (ver no mapa)
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Estação Ferroviária
 
Grandes festejos marcaram a inauguração da estação e do ramal ferroviário em 1888, com a presença do imperador D. Pedro II e da Princesa Isabel, além de outros convidados ilustres. 
 
Localização:Praça Cesário Alvim, 102 - Barra(ver no mapa)
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Coluna Saldanha Marinho
Erigida em 1867 em homenagem aos inconfidentes, esteve, primeiramente, na Praça Tiradentes. Ficou conhecida pelo nome do presidente da Província do Império.
 
Localização:Praça Prefeito Amadeu Barbosa - Barra(ver no mapa)
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Pontes:
 
Os vários córregos e ribeirões que acompanham o traçado sinuoso da cidade deram origem à construção de diversas pontes. Inicialmente feitas de madeira, foram sendo reconstruídas em pedra de cantaria, a partir do governo Gomes Freire. Em suas liras 'Marília de Dirceu', o poeta Tomás Antônio Gonzaga cita as três pontes que levavam à casa de sua amada. 
 
As pontes são: do Pilar, do Antônio Dias, do Rosário, dos Contos, da Barra, Seca, do Padre Faria, do Palácio Velhoe do Funil.
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Ponte do Pilar
Uma das mais antigas pontes da cidade, construída em alvenaria de pedra sobre o córrego de Ouro Preto ou do Xavier. Possui um único arco em pedra de cantaria, passeios em lajes de pedra e calçamento original tipo pé-de-moleque.
 
Construção: 1757 Arrematante Francisco Esteves
Localização: Rua do Pilar - Pilar(ver no mapa)
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Ponte do Antônio Dias
É a única ponte romana existente na cidade, construída sobre o córrego de Antônio Dias. É Terceira ponte citada por Gonzaga, ficou conhecida como 'Ponte de Marília' ou 'Ponte dos Suspiros'. 
 
Construção:1745 a 1757
Autor do projeto: José Antônio Ribeiro Guimarães
Construtor: Manuel Francisco Lisboa
Localização: Entre a Praça de Antônio Dias e o Largo de Marília - Antônio Dias(ver no mapa)
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Ponte do Rosário
Também chamada de Ponte do Caquende, por estar construída sobre o córrego de mesmo nome. É a primeira ponte citada por Gonzaga, já que antigamente a entrada da cidade se fazia pelo bairro das Cabeças. 
 
Construção:1753
Arrematante: Antônio da Silva Herdeiro
Localização: Rua Bernardo Guimarães - Rosário (ver no mapa)
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Ponte dos Contos
Construída sobre o córrego do Xavier a partir de planta vinda de Portugal. Recebeu esse nome por estar próxima à Casa dos Contos, da qual se podem ver os belos arcos de alvenaria de pedra argamassada. É a segunda ponte citada por Gonzaga. 
 
Construção:1744
Autor do projeto: Antônio Leite Esquerdo
Localização: Rua São José - Centro (ver no mapa)
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Ponte da Barra
Segundo o historiador Diogo de Vasconcelos, está assentada sobre o ribeirão do Funil, onde foram encontradas as pedras escuras que, examinadas pelo governador Arthur de Sá e Menezes, se revelaram ouro do mais puro quilate.
 
Construção:1806
Arrematante: José Ferreira Santiago
Localização: Rua Antônio Martins - Barra (ver no mapa)
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Ponte Seca
É assim chamada por causa do aterro construído sobre o córrego que ligava o Largo do Rosário à antiga Rua da Glória, hoje Antônio de Albuquerque. O parapeito construído em pedra atinge 10 metros de altura, sob o qual se estende calçamento original tipo pé-de-moleque. 
 
Localização:Rua Donato da Fonseca - Rosário(ver no mapa)
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Ponte do Padre Faria
Construída junto à Capela do Padre Faria, sobre o córrego de mesmo nome, em quartzito do Itacolomi. 
 
Construção:1750
Arrematante: Antônio Fernandes Barros
Localização: Rua Padre Faria - Padre Faria(ver no mapa)
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Ponte do Palácio Velho
Construída sobre o antigo córrego do Sobreira, que liga a Praça de Antônio Dias à Mina da Encardideira.
 
Localização:Rua Dom Silvério - Antônio Dias(ver no mapa)
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Ponte do Funil
Construída sobre o córrego de mesmo nome, próxima à Estação Ferroviária de Ouro Preto. 
 
Localização:Entre a Rua Diogo de Vasconcelos e a Praça Cesário Alvim - Barra(ver no mapa)
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Chafarizes:
 
No período colonial, o abastecimento de água se fazia por meio dos chafarizes públicos, mandados construir pelos governadores em locais de maior aglomeração urbana. Estas construções canalizavam a água de grandes mananciais, sendo distribuída à população por bicas ou carrancas que jorravam dia e noite. Recolhida em um tanque de pedra, a água servia também aos animais. Diferenciam-se uns dos outros por seus detalhes arquitetônicos, executados em alvenaria de pedra, dotando a paisagem urbana de agradáveis monumentos. 
 
Os chafarizes são: dos Contos, do Largo de Marília, do Passo de Antônio Dias, da Rua da Glória, do Alto da Cruz, da Igreja da N. Sra. da Conceição de Antônio Dias, da Rua Barão do Ouro Branco, da Praça Tiradentes, do Alto das Cabeças, do Pilar, do Rosário, da Rua das Flores, do Sobrado das Lages e do Caminho das Lages, do Largo Frei Vicente Botelho, da Barrae da Coluna.
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Chafariz dos Contos
O Chafariz dos Contos é o mais belo de Ouro Preto, construído em estilo barroco genuinamente português. Há nele uma inscrição latina que significa 'Povo que vai beber, louva de boca cheia o Senado, porque tens sede e ele faz cessar a sede'.
 
Construção: 1745
Arrematante: João Domingues da Veiga
Localização: Praça Reinaldo Alves de Brito - Centro(ver no mapa)
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Chafariz do Largo de Marília
Assim chamado por estar construído junto ao local onde existiu a casa de Marília de Dirceu. Obra típica do gosto barroco, apresenta vários elementos próprios do estilo: conchas, volutas e folhas de acanto.
 
Construção: 1758
Autor do Projeto: Manuel Francisco Lisboa (atribuição)
Localização: Largo de Marília(ver no mapa)
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Chafariz do Passo de Antônio Dias
Risco existente no Senado serviu à construção deste chafariz e ao da Rua da Glória, que se diferenciam apenas pela colocação das pinhas laterais. Recebeu esse nome por estar defronte ao Passo do Pretório.
 
Construção: 1752
Localização: Praça de Antônio Dias - Antônio Dias (ver no mapa)
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Chafariz da Rua da Glória
Construído a partir do risco existente no Senado para a fonte do Passo de Antônio Dias. 
 
Construção: 1752
Arrematantes:Antônio Fernandes de Barros e Antônio da Silva Herdeiro 
Localização: Rua Antônio de Albuquerque - Pilar (ver no mapa)
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Chafariz do Alto da Cruz
Risco de autoria de Manuel Francisco Lisboa e busto feminino em pedra-sabão atribuído a seu filho, Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Considerado o primeiro trabalho do artista, realizado quando ele tinha apenas 19 anos.
 
Construção: 1757
Autor do projeto: Manuel Francisco Lisboa (atribuição)
Localização: Rua do Resende - Alto da Cruz (ver no mapa)
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Chafariz da Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias
Construído junto à parede externa da Matriz, em dimensões reduzidas, apresenta elementos tipicamente barrocos: volutas, concha e cruz. 
 
Localização: Rua Bernardo de Vasconcelos - Antônio Dias(ver no mapa)
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Chafariz da Rua Barão do Ouro Branco
Próximo ao oratório de mesmo nome, possui duas belas carrancas sobrepostas a um retângulo em pedra de cantaria.
 
Construção: 176
Localização: Rua Barão do Ouro Branco - Antônio Dias (ver no mapa)
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Chafariz da Praça Tiradentes
Compõe a fachada da Casa de Câmara e Cadeia. Deve ter sido modificado posteriormente para abrigar o medalhão oval sobre o qual há uma inscrição datada do Império.
 
Localização: Praça Tiradentes - Centro (ver no mapa)
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Chafariz do Alto das Cabeças
Construído junto ao muro do adro da Igreja do Senhor Bom Jesus de Matozinhos. Possui interessante composição formada por dois peixes entrecruzados, esculpidos em pedra-sabão.
 
Construção: 1763
Arrematante: Francisco de Lima Cerqueira
Localização: Igreja do Senhor Bom Jesus de Matozinhos - Cabeças (ver no mapa)
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Chafariz do Pilar
Possui elementos característicos deste tipo de construção: carrancas, tanque horizontal com dois poços e pinhas laterais. 
 
Localização: Praça Américo Lopes - Pilar (ver no mapa)
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Chafariz do Rosário
Bastante desfigurado, foi transferido em 1830 para local mais próximo da Igreja do Rosário. Assemelha-se ao Chafariz da Rua das Flores. 
 
Localização: Largo do Rosário - Rosário(ver no mapa)
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Chafariz da Rua das Flores
Chamado também de Chafariz do Quartel ou dos Cavalos, por ter sido construído nas proximidades do quartel de cavalaria, hoje Escola Estadual Dom Pedro II. 
 
Construção: 1746
Arrematante: Antônio Leite Esquerdo
Localização: Rua Senador Rocha Lagoa - Centro (ver no mapa)
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Chafariz do Sobrado das Lages e do Caminho das Lages
Localizados bem próximos um do outro no antigo Caminho das Lajes, hoje acesso à BR-356, que liga Ouro Preto a Mariana. Encontram-se bastante descaracterizados. 
 
Localização: Rua Conselheiro Quintiliano - Antônio Dias (ver no mapa)
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Chafariz do Largo Frei Vicente Botelho
Localiza-se junto ao simpático casario do Largo Frei Vicente Botelho.
 
Localização: Largo Frei Vicente Botelho - Antônio Dias(ver no mapa)
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Chafariz da Barra
Bastante descaracterizado, apresenta interessante piso à moda de um tabuleiro de xadrez. 
 
Localização: Praça Prefeito Amadeu Barbosa - Barra (ver no mapa)
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Chafariz da Coluna
Totalmente desfigurado, não possui tanque nem bicas. 
 
Localização:Rua Alvarenga - Cabeças (ver no mapa)