Ribeirão Preto - Sp

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CATEDRAL METROPOLITANA
 
 
 
A CATEDRAL METROPOLITANA, tendo como padroeiro São Sebastião, teve a pedra fundamental lançada em 3 de março de 1904. A benção e o término da construção foram em 1920. Em estilo romântico e linhas góticas, destacam-se os vitrais coloridos no seu interior, os afrescos pintados por Benedito Calixto que datam de 1917. A Catedral Metropolitana de São Sebastião de Ribeirão Preto está localizada na Praça das Bandeiras, região central da cidade.
TEATRO MUNICIPAL
 
 
O TEATRO MUNICIPAL foi construído em 1968 com arquitetura moderna para a época. Com capacidade para 569 pessoas, tem acústica e refrigeração consideradas de primeira qualidade. O palco tem largura de 30 metros, profundidade de 15 metros e proscênio de 3 metros de avanço. Som, luzes, cenários, camarins e sistema técnicos completam o teatro, que faz parte do Complexo Cultural Alto do São Bento.
 
CÂMARA MUNICIPAL
 
 
O prédio da CÂMARA MUNICIPAL foi construído em estilo moderno, em área do Parque Ecológico "Maurílio Biagi". Depois de 100 anos o prédio, inaugurado em 1991, é o primeiro local próprio construído especialmente para abrigar a Câmara Municipal.
PARQUE MUNICIPAL DO MORRO DE SÃO BENTO
 
 
 
O Bosque Municipal de Ribeirão Preto foi adquirido pelo Poder Público em 1907. Abrangia uma área muito superior ao existente hoje. Vários trechos foram desmembrados e destinados a outras finalidades, entre as quais uma área cultural - teatros, e outra para atividades esportivas - Cava do Bosque. O Bosque Municipal "Fábio Barreto" foi criado por decreto de reserva do prefeito Fábio Barreto no ano de 1948. O Zoológico Municipal foi construído dentro do Bosque e inaugurado em 1951. Estas alterações provocaram a segregação da área natural. A Lei Complementar n.º 476/95 retomou a unidade do ecossistema, criando o Parque Municipal do Morro de São Bento.
CAMPUS DA USP
 
O CAMPUS DA USP é um complexo situado em área da antiga fazenda Monte Alegre, formado pelas faculdades de Odontologia, Farmácia, Enfermagem, Administração, Ciências Contábeis, Filosofia, Biologia, Psicologia, Química e de Medicina, que se destaca mundialmente pelas pesquisas.
Fone: 602-4000
 
O Campus acomoda também o Hospital das Clínicas, um dos centros de pesquisa mais avançados da América Latina. Um Hemocentro, um lago, conjunto de residências para professores, alojamento para estudantes, agência bancária, pista de atletismo, biblioteca, assessoria cultural, restaurantes, ginásio de esportes, piscina olímpica, agência de correio, editora e parque botânico integram o Campus, além da preservação da colônia de imigrantes italianos do início do século, que integrava a fazenda.
 
PALÁCIO RIO BRANCO 
 
 
  Inaugurado em 26 de maio de 1917, o Palácio Rio Branco passou por uma reforma em 1992. Todo o madeiramento foi trocado, encanamentos e rede elétrica modernizados e o estilo preservado. O Palácio Rio Branco sedia o Gabinete do Prefeito, a Secretaria de Governo, a Coordenadoria de Comunicação Social, Astel (Assessoria Técnica Legislativa), Setor de Expediente e Documentação, Coordenadoria de Administrações Regionais, Sistema 156 (informação ao munícipe), Seção de Portaria e Zeladoria, Departamento de Administração Geral (Leis e Decretos) e Arquivo.
Construção - O Palácio Rio Branco, na época chamado Paço Municipal, foi encomendado pelo então prefeito Joaquim Macedo Bitencourt ao engenheiro Antônio Soares Romeu que elaborou seu projeto com base nas regras estilísticas da belle-époque.
 
A construção do edifício foi solicitada por deliberação tomada em 24 de Outubro de 1914 pela Câmara, composta pelos vereadores o Coronel Francisco Schimidt, Veiga Miranda, Joaquim Macedo Bittencourt, Major Augusto Junqueira, coronel Saturnino Corrêa de Carvalho, coronel José de Castro, coronel José Martimiano da Silva e João Alves Meira Júnior.
A primeira pedra lançada a 03 de agosto de 1915. O estilo de sua fachada é uma transição do barroco para o moderno, e foi inspirado nas fachadas de Mirie e Meullie - Sur-Seinne e do Hotel de Ville de Suresne.
O edifício consta de dois pavimentos e um porão. No andar térreo foram instaladas salas destinadas à Prefeitura, Procuradoria, Instrução Pública, Contadoria, Repartição de Obras, Secretaria, Biblioteca, Portaria, Pagadoria e Recebedoria, Tesouraria e o vestíbulo de entrada. No andar superior funcionavam as salas de Sessões, das Comissões, do Presidente e do Prefeito, e o Salão Nobre para recepções. O salão, em estilo Luiz XV, foi decorado sob a direção do pintor Torquato Bassi.
A superfície coberta pelo prédio é de 600 metros quadrados, perfazendo nos três pavimentos 1.800 metros quadrados de construção que custaram Rs 174:801$800. As obras foram concluídas em abril de 1917 e sua inauguração foi no dia 26 de maio, sob a administração da Câmara eleita em 30 de outubro de 1916, composta pelos vereadores Francisco Schimidt, Presidente; João Alves Meira Júnior, vice-presidente; Joaquim Macedo Bittencourt, prefeito; coronel Gabriel Junqueira, vice-prefeito; Renato Jardim, coronel José de Castro, coronel Manuel Maximiano Junqueira, major Antônio Ignácio da Costa, coronel José Martimiano da Silva e Veiga Miranda.
O projeto do prédio foi confiado ao engenheiro municipal Antônio Soares Romeu, que o executou tendo como auxiliar na construção José Michelletti. A decoração do vestíbulo foi feita pelo pintor Carlos Baraldi; os serviços de carpintaria foram confiados a José Barbosa e Mario Nakamura e ao estabelecimento de Antônio Diederichsen. A fachada foi executada por José Pontan; o serviço de iluminação, pela Empresa Força e Luz de Ribeirão Preto; o mobiliário todo moderno, a tapeçaria e os reposteiros foram encomendados as oficinas do Lyceu de Artes e Offícios, da Casa Allemã da Casa Coimbra, de Romeu Napoleão & Irmão Puglugi Zocco, de São Paulo e de Domingos Innecchi & Filho, de Ribeirão Preto.
Naquele tempo, Ribeirão Preto não possuía indústrias, arquitetura própria, nem tradição cultural para basear suas construções. Mas, o dinheiro acumulado pela produção do café possibilitava à elite importar modismos europeus e até materiais de construção.
Como já havia acontecido com o Teatro Carlos Gomes e com muitos palacetes erguidos na cidade, o Palácio Rio Branco foi projetado com mistura de tendências da art-decô ao neo-clássico, com acentuadas características de art-noveau, o que até hoje podem ser observadas em seus contornos arredondados, na predominância de motivos florais nos entalhes e nas pinturas externas. O mesmo estilo é encontrado nos móveis de inspiração francesa que ainda decoram vários cômodos do palácio.
O poder conferido aos "coronéis" da cidade pela produção cafeeira (na época, a maior do mundo) era exercido no interior daqueles salões. Na grande mesa que ainda hoje atravessa o Salão Nobre "Antônio Duarte Nogueira", fazendeiros milionários (nomeados vereadores, sem eleição) fechavam negócios e determinavam os destinos econômicos da cidade e, muitas vezes do país.
No Salão Rosa "Orestes Lopes de Camargo", onde intelectuais debatiam questões da época, literatos e juristas viravam a noite em debates intermináveis. Hoje, este mesmo salão onde aconteciam as antigas e tumultuadas sessões da Câmara Municipal, exibe em suas paredes quadros de artistas locais com pedaços da história da cidade. Fielmente reproduzidos, ali estão as imagens da primeira capela do povoado, dos antigos habitantes em frente ao coreto, das velhas ruas e praças hoje modificadas.
No Salão Nobre "Antônio Duarte Nogueira", que toma a fachada superior do prédio, aconteciam as festas do Império do Café. Ali foi organizado, por exemplo, o baile de gala em homenagem ao então presidente da República Epitácio Pessoa, em suas duas visitas à cidade. A sala, rodeada por janelas com sacadas sobre a praça, mantém intactos os lustres de cristal, as vidraças bisotadas, o impecável assoalho de madeira, as pinturas que adornam as paredes, os móveis da época.
Lá fica também o balcão que costumava acomodar a orquestra durante as festas. Dele era possível aos músicos localizar pelos espelhos, que até hoje ocupam a parede em frente, quem chegava ao baile - de acordo com a importância do convidado, mudava-se o número do musical.
MIRANTE
 
Um MIRANTE, com cerca de 80 metros de altura e capacidade para 180 pessoas, foi construído atrás do Jardim Japonês pelos funcionários do Bosque Municipal "Fábio Barreto", com a colaboração do Dermurp. O Mirante, que fica em área de 200 metros quadrados, foi denominado "Coronel Alfredo Condeixa Filho".
 
 
 TEATRO DE ARENA
 
 
O TEATRO DE ARENA "Jayme Zeiger", também integrante do Complexo Cultural Alto do São Bento, foi construído, com capacidade para 2.500 pessoas, na mesma época do Teatro Municipal, nos moldes gregos, acompanhando a topografia e respeitando a vegetação nativa.
 
 
 
ARQUIVO PÚBLICO HISTÓRICO DE RIBEIRÃO PRETO  "Casa da Memória"
 
Rua José da Silva, 915 (esquina com Rua Franca) - Jardim Paulista
Ribeirão Preto - SP CEP - 14010-150
Fone: (0**16) 625-6712
Horário de Funcionamento: 2ª a 6ª feira – 12 às 18h
e-mail: cultura@coderp.com.br
 
Programação do Mês
Acervo: Fotos Históricas
 
   
 
 
 
O Arquivo Público e Histórico de Ribeirão Preto, criado em 1992 e administrado pela Secretaria da Cultura, guarda processos administrativos e judiciários referentes às relações de trabalho das décadas de 40, 50 e 60 - documentação histórica que auxilia os profissionais que precisam comprovar tempo de serviço para fins de aposentadoria.
 
Outro público sempre freqüente no Arquivo são os estudantes de 1º, 2º graus e até mesmo alunos de mestrado e doutorado. O arquivo é um instrumental necessário para trabalhos acadêmicos, fato importante numa cidade que se destaca pelo número de escolas de ensino universitário.
 
O Arquivo possui também coleções de jornais como "O Diário da Manhã", do período entre 1907 e 1979, e "A Tarde", de 1920 a 1958. As coleções pertencem ao Sindicado dos Trabalhadores nas Indústrias Gráficas de Ribeirão Preto e estão sob a custódia do Arquivo.
 
Além dos documentos pertencentes à Administração Municipal, o Arquivo recebe doações de famílias tradicionais de Ribeirão Preto, como é o caso dos Condeixa, Biagi, Junqueira e Moreira Chaves, que cederam documentos importantes para a história da cidade e da região.
 
Consultas - O Arquivo Público e Histórico de Ribeirão Preto está aberto de segunda a sexta-feira das 8h30 às 17h30 e fica localizado na rua José da Silva, 915 (esquina com a rua Franca), no Jardim Paulista. Todos os documentos podem ser pesquisados no local, sem empréstimo aos usuários. O telefone do Arquivo para mais informações é 625-6712.
 
MUSEU DA IMAGEM E DO SOM "José da Silva Bueno"
 
O MUSEU DA IMAGEM E DO SOM "José da Silva Bueno", pioneiro do rádio no interior do Brasil, foi criado pela Lei Municipal nº 3.431 de 13 de abril de 1978. O acervo do MIS está distribuído em iconografia, discos, aparelhos de rádio, fitas de rolo e cassete, máquinas de cinefotografia, fotos, gravadores, aparelhos de som e documentos da história dos veículos de comunicação.
TEATRO PEDRO II
 
As obras de reforma, restauro e modernização transformaram o Theatro Pedro II no cenário ideal para concertos sinfônicos, shows de música popular e erudita, montagens de peças teatrais, apresentações de companhias de dança, performances dos mais variados tipos e, conforme seu propósito original, grandes espetáculos de ópera.
JARDIM JAPONÊS
 
O JARDIM JAPONÊS, encravado no Bosque Municipal "Fábio Barreto", ladeado por densa vegetação com todos os requintes do paisagismo nipônico, oferece um cenário composto de lagos, flores, pontes, bancos, quiosques e plantas ornamentais de origem japonesa doadas pela colônia radicada na cidade.
FEIRA DE ARTE E ARTESANATO
 
A FEIRA DE ARTE E ARTESANATO, criada por lei em 1978, realiza-se todos os finais de semana e feriados, na Praça das Bandeiras. Com participação de mais de 150 artesãos de Ribeirão Preto e Região, a feira expõe e comercializa variedade de produtos em cerâmica, couro, metais, vidro, adorno pessoal, louças, porcelana, fiação, tecelagem, flores desidratadas, arranjos em palha, vasos, tecidos etc. A Feira de Arte e Artesanato, projeto da Secretaria da Cultura de Ribeirão Preto, funciona de sexta a domingo, das 7 às 22 horas, e prolonga-se por vários dias em datas comemorativas
 
MUSEU DO CAFÉ "FRANCISCO SCHMIDT"
 
Av. do Café, s/n.º - Campus da USP 
CEP. 14040-010
Ribeirão Preto - SP
Fone: (0**16) 633-1986
Horário de visitação: seg/sexta: 10 às 16h30min
sáb.: 12h30 às 16h30
dom.: 9 às 16h30
email: cultura@coderp.com.br
 
Histórico
 
Programação do Mês
 
 
O MUSEU DO CAFÉ "FRANCISCO SCHMIDT" situa-se dentro do parque botânico do Museu Histórico. Inaugurado em 20 de janeiro de 1955, o museu mostra coleções de objetos relativos à saga do café, mostra a ascensão e queda dos "senhores e reis do café". Por se tratar de coleção de peças, fotos e documentos narrativos de uma época, é considerado o único do gênero em todo o mundo.
SETE CAPELAS
 
 
 
O Santuário das SETE CAPELAS foi idealizado pelos monges beneditinos, cada uma dedicada a um padroeiro. A construção se prolongou por quase dez anos. A primeira capela, de Nossa Senhora das Graças, foi construída em 1948. A de São Judas Tadeu em 1951. As capelas de Nossa Senhora Aparecida e Santa Terezinha foram construídas em 1954. A capela de São Jorge em 1955 e, encerrando o santuário, as capelas de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e da escadaria - a Capela da Penitência.
 
Cada uma mantém sua individualidade no que se refere ao conjunto arquitetônico, mas formam um interessante conjunto. Dispostas em semi-círculo, as capelas são voltadas para o centro.
 
É importante notar que as capelas foram edificadas em uma escavação de pedreira, ficando assim o santuário guarnecido em todo o seu perímetro por rocha.
 
O Santuário das Sete Capelas situa-se no Morro do São Bento, ao lado do Mosteiro que deu nome ao morro, e é base do Complexo Cultural, que é formado pela Casa da Cultura, Teatro de Arena, Teatro Municipal, Cristo Redentor e Santuário das Sete Capelas. O Complexo Cultural abriga também ruas passarelas, praças, fonte luminosa, mirante, Casa do Rádio Amador, Serviço de Comunicação da Viação São Bento, Mosteiro São Bento e Parque Botânico.