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Nova Orleans

O nome da cidade foi escolhido em 1718, pelos franceses: Nouvelle Orleans, em homenagem a Felipe, duque da cidade de Orleans, França.

Quem tem apenas um dia para visitar New Orleans, não tem nem o que pensar: O ponto certo para ir é no French Quarter. Não parece em nada com uma cidade americana e justamente aí reside seu charme. Aqui é o coração da vida musical, intelectual e noturna na cidade. Ocupando uma área de 6 por 13 quadras bem no centro, estas ruazinhas com prédios antigos, balcões de ferro trabalhado, sobrados históricos, bares, restaurantes, casas de jogo, música em cada esquina e muita animação fazem a fama da cidade. O coração do bairro e ponto de partida para exploração da área é a pracinha Jackon Square (primeira foto da página), que constitui a porta de entrada do French Quarter. Em torno da praça é difícil não encontrar músicos, estátuas humanas, cartomantes, mímicos, agenciadores de passeios turísticos pela cidade, e principalmente muitos turistas e suas máquinas digitais.
Perca a inibição experimentando a bebida típica da cidade, o Hurricane, a base de rum com suco de frutas. Depois visite a House of Blues, para ouvir boa música. E no almoço conheça as famosas Bienville Oysters, ostras preparadas de acordo com uma antiga receita local.
No estado da Louisiana o jogo é legal, e por isso New Orleans também tem seus cassinos. Um dos mais populares é o Bally's, que funciona numa réplica daquelas antigas barcaças com pás na popa, que cruzavam o Mississippi. Quem prefere ficar em terra firme pode tentar a sorte no Harrah's. Se o jogo não é sua praia, deixe o pessoal arriscando seus dólares enquanto você visita o New Orleans Museum Of Art, considerado um dos melhores do sul do país. Ou então esqueça os burguers com ketchup e batatas fritas e faça um lanche diferente no simpático Café du Monde, que foi inaugurado em 1862, e agora abre todos os dias. O item mais pedido de seu cardápio são os Beignets avec Café au Lait. U-lá-lá!
 
Mas New Orleans não é só passado. A medida que nos afastamos dos bairros históricos a semelhança com uma cidade comum americana logo reaparece. Delimitando o lado esquerdo do French Quarter está Canal Street, principal rua comercial do centro. Descendo por esta rua em direção ao rio Mississipi chega-se ao Riverwalk Mall, onde estão boas lojas e restaurantes. Ao seu lado está o World Trade Center, prédio com mirante no topo, de onde se tem uma boa vista da cidade e do rio. Caminhando no sentido oposto chega-se ao Duncan Plaza, um ótimo shopping, muito bem localizado. E logo após o mesmo está a principal arena de esportes da cidade, o Louisiana Superdome
 
Entre os locais mais visitados da cidade estão a famosa Bourbon Street, o French Market (tradicional mercado urbano onde estão cafés, restaurantes e diversas lojinhas), a Saint Louis Cathedral (mais antiga catedral do país, construída em 1794) e o pitoresco Voodoo Museum (Museu dedicado ao Vudú, prática trazida pelos escravos africanos), situado na Dumaine Street 724. Ao lado, vista aérea do Superdome, ao fundo o centro, mais adiante o rio Mississippi e à esquerda do centro o French Quarter. Quem quiser fazer umas comprinhas e gosta de shoppings pode escolher entre o Lakeside Mall e o Esplanade, os dois melhores malls da cidade.

O jazz é a música oficial deste lugar. Andando pelo French Quarter pode-se ouvir várias bandas diferentes a medida que passamos de rua em rua. A maior parte das apresentações é feita a noite, mas muitos bares e restaurantes, para atrair clientela, tem bandas se apresentando durante todo o dia. Há desde grupos formados por semi-amadores até profissionais, informais e até mesmo desfiles protagonizados por músicos vestindo roupas típicas das antigas bandas de jazz. Quem gosta mesmo de jazz pode aprender mais sobre o assunto no New Orleans Jazz Nation Historic Park, situado na Canal Street 365. Foi lá que descobrimos que um dos mais antigos costumes da cidade é acompanhar procissões fúnebres com bandas de jazz.
    

Em 1768 os Espanhóis resolvem tomar posse de New Orleans e conseguem expulsar os ingleses. A comunidade Creole, no entanto, não é prejudicada, e a cidade entra num período de grande desenvolvimento, com novas escolas e muito comércio.
Veja um vídeo desta Banda de Jazz.

Em 1805 New Orleans é oficialmente elevada à categoria de cidade. Em 1812, com a transformação da Louisiana em estado americano, New Orleans ganha o status de capital estadual, o qual manteria até 1849, quando a capital seria transferida para Baton Rouge.
    

Uma área muito visitada em New Orleans é o Garden District, onde estão mais de 100 construções históricas, agora reformadas. São casarões com colunas, balcões, pórticos e todo um estilo arquitetônico que mostra bem o passado da Louisiana, época dos ricos coronéis que comandavam a economia dessa parte do país. A maior parte destas construções foi tombada e são consideradas agora como patrimônio histórico nacional. Em 1827 aconteceu o primeiro desfile de Carnaval de New Orleans, organizado por estudantes mascarados que tinham acabado de voltar da França. Eles se referem à festa como Mardigras, nome que permanece até hoje.