Tahiti para quem vai visitar

02/04/2014 19:34

 

Informações gerais:

-         Fuso: +6h à +7h;

-         Pode ser visitado o ano inteiro;

-         +- 7h de sol por dia;

-         +- 30 minutos de chuva por dia;

-         Temperatura média entre 24º à 29º;

-         Check in 15h, check out 12h;

-         Coloração da água é devido ser rodeada de arrecifes e da profundidade, a temperatura é dada por serem ilhas vulcânicas;

-         Corrente elétrica de 110v, tomada de pino chato;

-         Idiomas: francês e tahitiano;

-         Principais ilhas: Moreea, Bora-Bora, Tahaa, Huahine;

-         Arquipélago com 118 ilhas, divididas entre: polinésia, macronésia e micronésia;

-         Vôos: 4:30h até Ilha de Páscoa e depois 5h até Pappeete;

-         Não é recomendável para idosos e sim para casais, principalmente em lua-de-mel;

-         Não tem vida noturna;

-         Câmbio: XPF 85,00 = U$ 1,00 ;  XPF 43,00 = R$ 1,00

-         Bagagem 20kg

-         Não visitar de final de agosto a outubro devido a furacões e chuvas fortes

-         Levar entre U$ 300,00 à U$ 400,00 por dia por pessoa

-         Avião Pappeete / Bora-Bora – ficar no lado esquerdo e a volta no direito. É um vôo panorâmico

-         Pappeete / Moorea – 40 minutos de catamarã, é altamente confortável;

-         Taxis muito caros;

-         Opcionais entre U$ 50,00 à U$ 150,00 por pessoa;

-         O transporte para o centro da cidade é feito em caminhão típico da região = 120,00 francos;

-         Flor para mulher: na orelha esquerda = compromisso; na orelha direita = disponível; no biquini = muito disponível.

 

Dica: Fazer compras no Mercado no centro de Pappeete para artesanato.

          Pérolas negras podem custar até U$ 10.000,00 dependendo do nº de pedras do cordão.

Moorea: é a ilha mais verde.

Bora-Bora: é a mais bonita, com 30km de extensão

Visitar o Restaurante Blud Mary, +- U$ 70,00 por pax, não tem cardápio, é vendido somente o que se consegue pescar no dia, por isso as comidas são frescas. Tem traslados gratuitos.

Os restaurantes dos hotéis fornecem traslados de um hotel para o outro, onde pax´s pagam somente a metade.

Como chegar 

O melhor caminho a partir do Brasil é voar para Santiago, no Chile, e de lá para Papeete, na ilha do Taiti, com uma curta escala na Ilha de Páscoa. A Lan Chile faz esse vôo três vezes por semana. Na volta, o pernoite em Santiago é obrigatório porque não há conexão no mesmo dia para o Brasil. A passagem custa cerca de US$ 1550.

Documentos 

Embora a França tenha suprimido a exigência de visto para cidadãos brasileiros, o Taiti, que é território francês, ainda não permite que visitemos suas ilhas sem visto (e ninguém sabe explicar por que). Para obter a autorização é simples. Basta ir a qualquer consulado da França, levando a passagem aérea, uma foto 3x4 e o passaporte com validade para mais seis meses, e pagar uma pequena taxa.

Expressões locais 

A Polinésia tem pelo menos três idiomas diferentes. O mais usado deles é o que você vai ouvir nas ilhas mais turísticas. É uma língua fonética, com palavras que são fáceis de aprender, mas difíceis de guardar. Aqui, algumas das expressões que você vai ouvir: 

                     IAORAMA – Bem-vindo. 
                     MARURU – Obrigado. 
                     NANA – Tchau. 
                     MANUIA – Saúde! (na hora de brindar). 
                     TIARE – O colar de flores típicas. 
                     NUNU – O mosquito insistente que ataca ao entardecer. 
                     TABU – Proibido, no sentido territorial (é daí que vem a famosa expressão
                     incorporada ao vocabulário do mundo inteiro). 
                     FARE – É como os locais chamam as cabanas em que viveram no
                     passado e os bangalôs dos hotéis de hoje.

Idioma 

O idioma oficial é o francês, mas os polinésios (83% da população) conversam no seu próprio idioma, apesar de uma antiga proibição francesa (felizmente ultrapassada) de não ensinar a língua nativa nas escolas. A maior parte das pessoas fala também o inglês, em função da convivência com os turistas.

O que evitar 

• Hotéis sem ar-condicionado ou ventilador. O calor pode ser sufocante 
• Jogar-se na água do mar sem atenção, porque os corais podem produzir cortes graves. 
• Preocupar-se com dinheiro, porque, no Taiti, isso pode virar uma neurose.
O que levar 

Roupas de praia, óculos de sol, um potente filtro solar e o chapéu de abas mais largas que você tiver. Um relógio com a hora do Brasil para você não correr o risco de acordar alguém com um telefonema de madrugada. Leve, também, uma roupa social para os jantares mais finos. E um daqueles pares de sapatos de borracha para caminhar sobre corais, que vão facilitar muito a sua vida nas praias daqui.

O que trazer 

O melhor que você tem a trazer do Taiti são as fotos e a memória. Todo o resto é muito caro nesse arquipélago. Os apreciadores de jóias vão encontrar imensa variedade de ornamentos com pérolas negras. E, como suvenir, você pode trazer um pareô florido, que é o traje oficial da Polinésia. 
Ah, guarde uma nota de 500 francos polinésios. É uma boa recordação, por US$ 5.

Onde comer 

O forte do Taiti – e nem poderia ser diferente – é o peixe. O mahi-mahi e o bonite são os que têm maior oferta. Aos domingos, você deve, pelo menos uma vez, experimentar o ahima'a, o almoço típico, em que não se usam talheres. Se você não for enjoado com comida, aproveite a ocasião para experimentar o tradicional peixe cru com leite de coco, que é muito melhor do que parece. Os melhores restaurantes estão nos hotéis de luxo. Fora deles, experimente o L'Auberge du Pacifique e o Coco's, ambos no distrito de Punnauia, no Taiti. Outras sugestões na mesma ilha são o restaurante do Museu Gauguin, competente, e o Auberge du Pari, que fica na parte menos visitada do Taiti, a chamada Presqu'Île (Quase Ilha) de Taiarapu. No centro, em Papeete, o Restaurante Le Retrô é menos famoso pela comida do que pelo fato de que ali morreu o cantor francês Joe Dassin (fique tranqüilo: não foi de indigestão). Em Moorea, o restaurante Le Pecheur, no distrito de Maharepa, é o mais recomendado. 
O Manu Manu O Te Po, apesar do nome complicado, é excelente, mas só para o jantar. Fica em Papetoai. Na ilha de Bora Bora, o lugar para comer bem e ver gente famosa é o Bloody Mary's, que tem chão de areia e bancos de toras de madeira. A filha da gerente fala português e viveu no Brasil. Atenção: em qualquer desses restaurantes, um jantar sem vinho custa entre US$ 35 e 50 por pessoa. Se você quiser vinho, lembre-se que a
Polinésia pertence à França; quer dizer: vai ser bom e caro.

Onde comprar 

A melhor sugestão que se pode dar a qualquer turista é não fazer compras. A Polinésia, distante de tudo, definitivamente não é um lugar indicado para shopping. Mas o mais provável é que, se você estiver viajando em lua-de-mel (mesmo que tardia), acabe não resistindo à tentação de comprar pérolas negras. De fato, esse tipo de pérola é especialidade da casa e, também, o principal produto de exportação do país (os japoneses compram tudo). Saiba que apenas a pérola (sem a jóia) pode custar entre
US$ 50 e 5 mil, conforme seu grau de perfeição. Se você encontrar alternativas muito mais baratas, desconfie: pode ser falsificação.

Há lojas desse produto espalhadas em todas as ilhas. Outro produto local (mais acessível) é o pareô, aquele lenção colorido que as locais usam sempre e as ocidentais usam como saída de banho. Eles custam entre US$ 15 e 30. Os mais caros juram os comerciantes, são feitos à mão. No Taiti, há  grande variedade no Marché, que é como chamam o Mercado Central de Papeete. Em Moorea, experimente o grande estoque da simpática Maison Blanche, em Maharepa, que também vende artesanato. Mas atenção: as esculturas e máscaras que se encontram nesse tipo de loja não têm nada de polinésio. Em geral, elas são provenientes do Sudeste Asiático. O artesanato taitiano é pobre em entalhes. O que se produz mais por aqui   são cestos de folha de palmeira. Outro produto (ou seria serviço?) de origem local são as tatuagens, essas sim, parte da tradição polinésia. Uma tatuagem pequena custa entre US$ 30 e 50, com direito à dor da cicatrização — mas sem volta para quem se  arrepender mais tarde.

Onde ficar 

Se essa é a viagem dos seus sonhos, por que prejudicá-la? A ordem é hospedar-se no Taiti em grande estilo, até porque a diferença entre o melhor e o razoável nas ilhas da Polinésia pode ser tão profunda quanto as águas do Pacífico.

Oficialmente, as ilhas são servidas por setenta hotéis, com disponibilidade de 4300 quartos. Lembre-se de que para contatar o Taiti a partir do Brasil você sempre deve digitar antes o prefixo 689, seguido do número. A língua oficial é o francês, mas os atendentes sabem falar inglês perfeitamente. 

Entre os hotéis de alto nível da ilha capital da Polinésia Francesa, o único com bangalôs sobre pilotis, até recentemente, era o Beachcomber Parkroyal, membro da rede mais sofisticada nessa parte do mundo.

Perto de Beachcomber, também no distrito de Punnauia, a rede Meridien estava encerrando as obras de outro hotel de alto luxo. O Sofitel Maeva  Beach, é um predião de sete andares, menos charmoso, mas igualmente luxuoso. O Taiti também tem um Hyatt Regency, cujo forte é a pista de golfe e a vista esplêndida para a lagoa, o mar e, ao longe, a Ilha de Moorea. 

Moorea 

Os quentes de Moorea: o Moorea Beachcomber Parkroyal, e o Sofitel Ia Ora, . Ambos têm bangalôs sobre o mar .

Bora Bora 

É o paraíso dos bangalôs sobre o mar. O mais famoso deles, onde Ayrton Senna costumava se hospedar foi recém-reformado depois de ter sido atingido por um ciclone. É o legendário Bora Bora Lagoon Resort. Alternativas em altíssimo nível: Moana Beach Parkroyal,  Sofitel Marara,  e Bora-Bora, ,todos com bangalôs e com diárias entre US$ 500 e 600. O Matira, , tem bangalôs mais simples.

Outras ilhas 

Manihi, no Arquipélago de Tuamotu, tem só um hotel, com pouco mais de trinta bangalôs e um visual de tirar o fôlego. É o Manihi Pearl Beach Resort,  96-4273, onde o bangalô de praia custa 260 dólares e o sobre pilotis fica em US$ 460. O incrível isolamento, que é um atrativo do lugar, também significa que você ficará refém do restaurante do hotel, onde um jantar custa cerca de US$ 50 por pessoa. Em Rangiroa, o maior atol do mesmo arquipélago, fique no Kia Ora Village,  96-0384, na faixa de US$                     240 por casal. O hotel de Marlon Brando em Tetiaroa chama-se Tetiaroa Village e cobra US$ 560 para um dia completo, incluindo passagem desde o Taiti e todas as refeições. Informações no  54-0201.

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