Diamantina - Mg

Diamantina - Mg

Falar em Diamantina é falar da pedra preciosa, da qual germinou uma sociedade pujante. Homens, história e natureza. Esta combinação perfeita traduz-se em alternativas para o visitante.

O passeio começa pelo centro histórico da cidade, pelos becos que constróem um lúdico labirinto. Quem está dentro quer se perder nos detalhes. Não perca oportunidade de presenciar uma seresta, à noite, e reviver o mais autêntico "espírito diamantino". Entre nas lojas, conheça o artesanato, com seus tapetes arraiolo. Visite o casario, as igrejas, desapressadamente... O coração diamantinense pulsa mais forte na rua da Quitanda e no Beco do Mota.

Catedral de Santo Antônio (1940), no centro da cidade

Praça JK

Do cruzeiro, no morro de Santo Antônio, é possível ter uma panorâmica da cidade. Em meio à imponência desoladora da natureza, Diamantina desponta como uma jóia. Próximo ao mirante está o Caminho dos Escravos, construído a duras penas pelos negros, para dar acesso às lavras do distrito de Mendanha. Pesados blocos de pedra, cuja argamassa dá a impressão de ter sido o suor e o sangue de quem o construiu.

Igreja N.Sra. do Rosário, no distrito de Curralinho

Gruta do Salitre Cachoeira das Fadas, no distrito de Conselheiro Mata

Vila de Biribiri (1876)

Os distritos de São Gonçalo do Rio das Pedras e Milho Verde chamam a atenção. Pertencem ao Serro (cidade vizinha), mas compõem inevitavelmente a história e as belezas naturais da região de Diamantina. Há também os distritos diamantinenses de Curralinho, Conselheiro Mata (um paraíso), Extração e Mendanha. Um povo humilde, um jeito peculiar de levar a vida, um passado de glória. Minas encontra um pouso merecido nestes pequenos povoados. Muitas trilhas serpenteiam a serra, exigindo disposição e tempo dos visitantes, como a subida ao Pico do Itambé.

Na estrada para os povoados de Extração e do Vau, está a gruta do Salitre. Com certeza é um passeio imperdível. É como estar numa catedral gótica majestosamente arquitetada pela natureza. Uma beleza sem par, única. Existe uma entrada estreita, protegida por altas colunas de pedra, com cerca de 60 metros. Levam ao interior, onde uma belo vão circular reside decorado por um jardim. Lá dentro está a entrada da gruta propriamente dita, a qual recomenda-se visitar apenas com a presença de um guia experiente. Neste paraíso se escondiam os negros fugidos das lavras, às vezes com uns poucos diamantes roubados e um sonho de liberdade.

As cachoeiras também despontam como atrativos turísticos. Mais conhecidas são a dos Cristais, a Sentinela e a da Toca. As duas primeiras ficam na estrada que leva ao povoado de Biribiri (biri = buraco, em tupi-guarani). O lugar parece saído dos sonhos de uma criança. Tem igreja (cujo relógio foi doado pela família imperial), pequenas casinhas, escola, represa, usina... tudo limpinho. Remota ao séc. XIX (1876), fruto de uma alternativa industrial ao declínio da extração de diamantes. A vila abrigou cerca de 600 funcionários de um dos mais importantes empreendimentos têxteis no Brasil oitocentista. Quase um século depois a fábrica foi fechada, devido principalmente à desativação do ramal ferroviário de Diamantina. Biribiri é quase uma vila fantasma. A maioria das casas está vazia. Mesmo assim gera motivos de sobra para uma visita. Imperdível.

Cachoeira Sentinela

Paisagem da região de Biribiri

Ponte (desativada) que dá acesso à cachoeira dos Cristais

Fonte: Diamantinatur

Igrejas:

N.Sra. do Carmo: sua construção se estendeu de 1760 a 1765. É a mais suntuosa da cidade, com rica talha dourada de Francisco Antônio Lisboa e Manuel Pinto. Possui um órgão trabalhado em ouro, onde já tocou José Américo Lobo de Mesquita, um dos maiores músicos sacros setecentistas da América Latina. As pinturas do forro foram confeccionadas por José Soares de Araújo, gênio comparado ao Mestre Ataíde. Quem financiou a construção da igreja foi o contratador João Fernandes de Oliveira, o homem mais rico de Diamantina até então, cuja amante fora a escrava Chica da Silva. Conta-se que a razão da torre estar na parte traseira do prédio se deve a uma exigência e também provocação de Chica, que se "incomodava" com o repicar dos sinos, tão próximo de sua casa. Diga-se de passagem: a Ordem do Carmo era frequentada pela alta sociedade de pele branca, que discrimavam Chica. Rua do Rosário s/n.

Horário de visitação: terça a sábado, das 9 às 12 e das 14 às 18h. Domingo, das 9 às 12h.

Taxa de visitação: R$1,00 por pessoa.

N.Sra. do Rosário: é a mais antida de Diamantina (1731), construída pela Ordem dos negros escravos. Possui uma bela fachada frontal em rococó e um chafariz de 1787. Na frente existe ainda uma gameleira, nascida em torno do antigo cruzeiro. Corre a lenda que um tal de Júlio Fonseca, antes de morrer, durante a confissão, disse que, se sua alma se salvasse, algo diferente aconteceria com o cruzeiro construído por ele. A gameleira, ao nascer perto do cruzeiro, acabou por enlaçá-lo e elevá-lo. No interior da igreja a pintura da capela é de autoria de José Soares de Araújo.

Largo do Rosário s/n

Horário de visitação: terça a sábado, das 9 às 12 e das 14 às 18h. Domingo, das 9 às 12h.

Taxa de visitação: R$1,00 por pessoa.

São Francisco: construída entre 1766 e 1772. Seu estilo é barroco, tendo o forro da capela-mor sido pintado por José Soares de Araújo e a sacristia por Silvestre de Almeida Lopes, principal artista do rococó da região no séc.XVIII. A decoração mistura traços neoclássicos com temas e ornamentos barrocos.

Rua São Francisco s/n

Horário de visitação: terça a sábado, das 9 às 12 e das 14 às 18h. Domingo, das 9 às 12h.

Taxa de visitação: R$1,00 por pessoa.

Capela Imperial de N.Sra. do Amparo: pertencia à Irmandade dos Pardos e sua construção se estendeu de 1756 a 1776. Possui imagens belíssimas, com destaque para um belo presépio, decorado com conchinhas da gruta do Salitre. Nela se realiza, todos os anos, a Festa do Divino, uma das mais tradicionais de Diamantina e região.

Rua do Amparo s/n.

Sem horário de visitação definito.

Capela Senhor do Bonfim: sua contrução antecede o ano de 1771 e apresenta uma única torre na fachada. O interior é rico em talhas douradas e o altar mistura os estilos D.JoãoV e rococó. É pequena e se enquandra harmoniosamente no conjunto de casas setencentista da rua do Bonfim

Horário de visitação: terça a sábado, das 9 às 12 e das 14 às 18h. Domingo, das 9 às 12h.

Taxa de visitação: R$1,00 por pessoa.

N.Sra. das Mercês: construção concluída em 1785. A decoração segue o neoclássico, sendo que o acabamento se estendeu até o início do séc. XIX. Os púlpitos estão dispostos como camarotes, lembrando um teatro.

Rua das Mercês.

Sem horário de visitação definito

Capela N.Sra. da Luz: conta-se que foi construída por iniciativa de uma portuguesa chamada Teresa de Jesus Perpétua Corte Real, que sobreviveu ao grande terremoto que se abateu sobre Lisboa em 1755. Tem interior simples e é dos primeiros anos do séc. XIX.

Rua da Luz s/n

Sem horário de visitação definito.

Catedral de Santo Antônio: domina o centro histórico de Diamantina, mas sua construção é relativamente recente (1940). Substitui a antiga Sé. O frontispício tem influência da arquitetura religiosa litorânea (Bahia e Rio de Janeiro).

Aberta quase em tempo integral.

Basílica do Sagrado Coração de Jesus: fora do centro histórico. Seu estilo é gótico, mas o que mais chama a atenção é seu interior, dominado por belos vitrais franceses. Construída no final do séc. XIX.

Rua Padre Rolim.

Sem horário de visitação definito.

Casario e arquitetura:

Casa da Glória: é o cartão-postal de Diamantina. Trata-se na verdade de duas casas, cada qual construída em épocas distantes e em lados opostos da rua. A mais antiga pertenceu à Coroa Portuguesa e depois a Dona Josefa Maria da Glória, daí o nome. Foi também residência de intendentes e do primeiro bispo de Diamantina. O famoso passadiço data dos tempos das irmãs vicentinas - a partir de 1876. Sua função era preservar as internas dos olhares alheios, principalmente dos rapazes, quando atravessassem a rua. Atualmente abriga o Centro de Geologia Eschewege.

Rua da Glória

Horário de Funcionamento: terça a domingo, das 13 às 18h.

Casa do Muxarabiê: possui interessante sacada original com muxarabiê, treliça de madeira de origem mourisca. Este tipo de balcão permitia que, principalmente as mulheres, espiassem as ruas sem serem notadas pelos transeuntes. Reflete muito dos costumes conservadores e moralistas da época. Abriga hoje a biblioteca Antônio Torres, homenagem ao famoso escritor e jornalista diamantinense.

Rua da Quitanda.

Casa de Chica da Silva: uma verdadeira mansão contruída pelo contratador João Fernandes de Oliveira, para servir de residência sua e de sua amante, a ex-escrava Chica da Silva. Lá eles viveram de 1755 a 1770. Figura entre as mais interessantes construções residenciais coloniais mineiras. Anexa está uma capela dedicada a Santa Quitéria, onde rezava Chica da Silva.

Praça Lobo de Mesquita.

Horário: de terça a sábado, das 12 às 17:30h

domingo, das 9 às 12h.

Casarão do Fórum: imponente prédio dos tempos do Arraial do Tijuco. Provavelmente foi residência particular. Já no séc. XIX sediou a Câmara Municipal, o Fórum e a Cadeia. Hoje abriga apenas o Fórum.

Rua São Francisco de Assis.

Casa da Intendência: erguida entre 1733 e 1735 pela Coroa, para abrigar a administração das jazidas. Na segunda metade do séc. XIX serviu com sede da Escola Normal. Atualmente nela está localizada a prefeitura e a Câmara Municipal.

Praça Conselheiro Mata 11.

Casa do Intendente Câmara: com seus amplos salões, serviu de residência para Manoel Ferreira da Câmara Bethencourt, o poderoso intendente dos diamantes. Tem uma bela fachada e um interior requintado, no qual figuram pinturas retratando cenas idílicas e profanas. Obs: não está aberto à visitação, por ser propriedade particular.

Rua Direita 36.

Palácio Arquiepiscopal: serviu de Casa de Contratos dos Diamantes até 1771, ano em que este sistema foi abolido pelo governo colonial. Teve vários usos até ser entregue (1864) pelo Império ao Bispado, para a instalação do Palácio e Seminário Episcopal. Obs: não é aberto à visitação.

Rua do Contrato 104.

Mercado Municipal: antigo pouso de tropeiros da primeira metade do séc. XIX. Inicialmente foi moradia e estabelecimento comercial do Ten. Joaquim Casimiro Lages (1835). Em 1889 virou mercado municipal. Seu desenho singelo, com fachadas em arcos, teria inspirado o arquiteto Oscar Neimeyer no esboço das linhas do Palácio do Alvorada, residência oficial do presidente da República, em Brasília. Nele funciona atualmente o Centro Cultural David Ribeiro. Durante todo o ano, aos sábados, acontece a Feira de Produtores Rurais e Artesanato.

Rua do Burgalhau, junto às primeiras casas de Diamantina.

Rua da Quitanda e Beco do Mota: é o ponto mais fervilhante da cidade, no coração do centro histórico. A musicalidade, os sabores, as cores e as formas diamantinenses se encontram com toda a vitalidade. Tudo num cenário autenticamente colonial.

Museus:

do Diamante: prédio do séc. XVIII. Tem importância histórica por ter pertencido ao Pe. José de Oliveira e Silva Rolim, um dos mais famosos inconfidentes. (ver seção "Sobre Minas"). A casa foi confiscada pela Fazenda Real, quando Pe. Rolim foi condenado e enviado preso a Lisboa. No acervo do museu constam equipamentos para extração e avaliação de diamantes, arte sacra, mobiliário, armaria, transporte, numismática e utensílios de época.

Rua Direita 14.

Horário: terça a sábado, das 9 às 10:30h e das 12 às

16:30h

domingos, das 9 às 11:30 e das 14 às 15:30h.

Casa de JK: pequena construção, de arquitetura extremamente simples, onde o ex-presidente Juscelino Kubitschek passou sua infância. Era local de adoração do filho mais ilustre de Diamantina, aquele que fez o Brasil crescer 50 ano em 5.

Rua São Francisco 241

Horário: terça a quinta, das 9 às 17h

sexta e sábado, das 9 às 18h

domingo, das 9 às 14h.

Cachoeiras:

Sentinela: sequência de cascatas e prainhas. Fica a sete quilômetros da cidade, na estrada para Biribiri.

dos Cristais: é uma das mais bonitas da região. Possui uma queda maior - com piscina natural - e outra sequência de pequenas quedas. Fica a 14 quilômetros da cidade, na estrada para Biribiri.

da Toca: fica a cinco quilômetros da cidade. Entrada pela concessionária Fiat. Tem altura de uns 15 metros e poço profundo.

das Fadas: charmosa queda de 30 metros com piscina natural, cercada de exuberante vegetação. Fica a 49 quilômetros, no bucólico distrito de Conselheiro Mata. Do distrito até lá são mais três quilômetros. Informe-se sobre guias no Boteco do Kussú (em Conselheiro Mata).

do Telésforo: o local é de tirar o fôlego. Uma das mais belas de Conselheiro Mata, banhada pelo rio Pardo Grande. Tem uma praia de areia muito branca e fina, consequência do garimpo. O lugar é tão bonito que já serviu de locação para a novela "A Padroeira". Fica no distrito de Conselheiro Mata, a 49 quilômetros de Diamantiana. De Cons. Mata até lá são mais 17 quilômetros. Informe-se no Boteco do Kussú, em Conselheiro Mata.

da Vaca Brava: tem uns 12 metros de altura e fica a 17 quilômetros do distrito de Conselheiro Mata (49 quilômetros de Diamantiana). Possui um pequeno cânion e vários poços. Informe-se no Boteco do Kussú, em Conselheiro Mata.

do Tombador: sequência de cinco pequenas cachoeiras, no Riacho das Vacas, no distrito de Conselheiro Mata (49 quilômetros de Diamantina). São sete quiômetros de caminhada para chegar até lá.

da Usina: fica na antiga usina hidrelétrica, desativada em 1987, a quatro quilômetros do distrito de Conselheiro Mata (49 quilômetros de Diamantina). A queda é pequena. Chama a atenção uma curiosa pedra rachada simetricamente, com um vão de dois metros e 12 metros de comprimento. Dizem que o corte é natural. Atenção: só vá acompanhado de um guia local. O banho pode ser perigoso, devido às tubulações da usina. Informe-se no Boteco do Kussú, em Cons. Mata

Olhos D'Água e 3 Quedas: fica a 10 quilômetros de caminhada do distrito de Conselheiro Mata (49 quilômetros de Diamantina). O acesso é difícil, próprio para aventureiros, e muito compensador. Tem uma queda de uns 70 metros e uma ótima piscina natural. É área particular, portanto só vá em companhia de uma guia local. Informe-se no Boteco do Kussú, em Cons. Mata.

do Remédios: tem aproximadamente 20 metros de queda e é cercada por densa vegetação. Há um poço e uma prainha. Fica a 15 quilômetros de Diamantina.

Grutas:

Gruta do Salitre: com certeza uma das atrações mais fabulosas de Diamantina. Imagine uma catedral gótica, esculpida pela natureza. Lá dentro um imenso salão circular, com jardins e uma acústica perfeita. Serviu de locação para concertos e para as filmagens da novela Xica da Silva, da extinta Rede Manchete. Visita obrigatória. Fica a sete quilômetros de Diamantina, pela estrada que leva ao distrito de Extração.

Gruta do Monte Cristo: formação quartzítica de grande beleza. Nela foram filmadas cenas da novela "Irmãos Coragem", da Rede Globo. Fica a dez quilômetros de Diamantina, na estrada para o distrito de Vau (entrada pelo bairro da Palha). Na ponte tomar a estrada da esquerda.

Passeios:

Vila de Biribiri: antiga fábrica de tecidos, surgida como alternativa de trabalho na segunda metade do séc. XIX (1876). Naquela época a região sofria com o declínio das jazidas diamantíferas. Possui uma igrejinha, 32 casas, uma usina hidrelétrica (que funciona até hoje) e galpões. "Biri" em tupi-guarani quer dizer buraco e no auge a vila chegou a abrigar 600 funcionários. Com desativação do ramal ferroviários de Diamantina, quase cem anos depois de sua fundação, a fábrica fechou. Hoje somente duas famílas moram lá e a maioria das casas está vazia. Fica a 15 quilômetros de Diamantina. Propriedade particular.

Caminho dos Escravos: estrada calçada, construída para dar acesso às lavras do distrito de Mendanha. Para sua construção foi utilizada mão-de-obra escrava, retratando uma das facetas mais cruéis da história do Brasil. Um trecho bastante conservado fica a cinco quilômetros de Diamantina, na estrada para Araçuaí.

Cruzeiro da Serra: do alto do morro Santo Antônio se tem uma bela panorâmica de 360 graus da região, incluindo toda a cidade de Diamantina. Distância: cinco quilômetros (acesso pelo bairro Rio Grande).

Sítio Arqueológico do Batatal: fica a dez quilômetros do distrito de Conselheiro Mata (49 quilômetros de Diamantina). Lá existem algumas inscrições rupestres. Informe-se no Boteco do Kussú, em Conselheiro Mata. Só vá acompanhado de guia local.

Lagoa Azul: fica próxima a um trecho conservado do Caminho dos Escravos. Como o próprio nome sugere, trata-se de uma bela lagoa de águas cristalinas. Fica a 17 quilômetros de Diamantina, na estrada para Araçuaí (pegar o entroncamento para a fazenda Duas Pontes, parar num reflorestamento de eucaliptos e andar uns cinco minutos).

Distrito de Conselheiro Mata: é um dos lugares mais bonitos de Diamantina. Pela estrada de terra (bem conservada) o turista já se delicia com a paisagem, inóspita e extremamente bela. O distrito é repleto de cachoeiras. A infra-estrutura turística é quase inexistente, o que garante a originalidade e o contato com uma natureza em seu estado bruto. Fica a 49 quilômetros de Diamantina (saída para Belo Horizonte). Para informações procure Geraldo Kussú (no distrito). Telefone do posto de serviço: (0xx38) 3727-0008.

Distrito de Curralinho: bucólico povoado que serviu de locação para as filmagens da novela "Irmãos Coragem", da Rede Globo. Destacam-se na paisagem a igreja N.Sra. do Rosário, a capela N.Sra. dos Passos e a represa Curralinho.